Depressão e a falta de exercício

A depressão é considerada uma das doenças do século, podendo chegar ao número absurdo de 1 para cada 5 pessoas no mundo estando com essa doença. E uma das possíveis causas atribuídas a ela é justamente a falta de exercícios, levando em consideração o estilo de vida atribulado e corrido que os tempos impõem à sociedade.

Males do sedentarismo

Infelizmente o sedentarismo é algo com o qual a maioria da população acaba sendo quase que obrigada a conviver, cargas longas de horário de trabalho, excesso de responsabilidades entre outras situações, acabam fazendo com que fiquem com pouco tempo ou animo para a realização de exercícios físicos e isso acaba por prejudicar a saúde de forma agressiva.
Alguns problemas que podem ser relacionados ao sedentarismo, além da depressão são: Problemas cardiovasculares, respiratórios, musculares e ósseos, obesidade, entre outros.

Liberando endorfina e cuidando do corpo

Exercícios físicos são um dos “remédios” naturais contra a depressão, pois a realização de exercícios libera uma enzima chamada endorfina, responsável pela sensação de bem-estar e diminui estresse e a ansiedade; ademais é comprovado que a pratica de exercícios melhora a condição muscular e previne uma série de doenças, inclusive o câncer, principalmente o câncer de mama.
Além disso tudo, exercícios levam a um bom condicionamento físico, que entre os benefícios citados acima, também melhora a autoestima, diminuindo algumas das tensões causadas pela depressão, como o desagrado consigo mesmo e o sentimento de irrelevância.

Outras relações

Existem outros fatores que muitas vezes relacionam a falta de exercícios com a depressão, como problemas gastrointestinais, dores de cabeça, tensões musculares, falta de vontade e animo também estão na lista e a cada dia outras relações são feitas por médicos e estudiosos.

Nem sempre psicológica

Muitas pessoas relacionam a depressão apenas como uma doença de ordem mental/psicológica, quando na verdade, boa parte dos casos de depressão são decorrentes de descuido com o âmbito físico, estresse do dia-a-dia, alimentação.

Manter uma vida saudável e equilibrada é a chave para a resolução de uma série de problemas; e mesmo com a correria da vida moderna é preciso arrumar um espaço para eliminar o sedentarismo e aproveitar-se do benefício dos exercícios físicos. Com um acompanhamento médico é possível definir rotinas e alimentação que podem diminuir as tensões e sintomas da depressão e quem sabe até eliminá-la. Visto que muitos casos dessa doença são decorrentes de uma rotina desequilibrada.
Mas lembrando que sempre se deve procurar um médico antes de entrar em qualquer tipo de atividade ou aplicação de nova rotina.

Hospital Copa Star reúne estrutura de hotel e atendimento médico

O Rio de Janeiro agora tem mais um empreendimento hospitalar de luxo. Foi inaugurado em outubro o moderno Hospital Copa Star, com cerca de 20 mil metros quadrados, em Copacabana. Localizado em um bairro privilegiado da zona sul, além de visar a qualidade do serviço prestado a pacientes e acompanhantes, o hospital da Rede D’Or São Luiz tem um diferencial: uma estrutura de hotelaria.

Moderno, o Hospital Copa Star conta com equipamentos de última geração que complementam o trabalho dos profissionais por meio do avanço tecnológico. Uma das novidades é o Smart Hospitality: com ele, o paciente ou acompanhante pode conferir as informações do tratamento por um tablet ou conversar com os médicos e enfermeiros responsáveis por chamadas. A consulta de exames também pode ser acessada dessa forma. A ferramenta traz maior autonomia, bastando apenas alguns toques na tela para conferir as opções. O dispositivo permite ainda o controle de temperatura e luminosidade do quarto, agregando maior conforto durante a internação.

A estrutura traz um centro cirúrgico e centro de terapia intensiva, dois espaços importantes para que o paciente seja atendido no mesmo prédio, sem a necessidade de locomoção. O foco do Hospital Copa Star é prestar serviço de pós-operatório, doenças cardiovasculares e medicina interna. Para isso, há quartos exclusivos e acomodação privativa, prontos para receberem pacientes e acompanhantes durante o processo. Os exames são realizados na unidade laboratorial com plataformas automatizadas e tecnologia de ponta.

O atendimento exclusivo ao cliente é mais um destaque do hospital. O horário de visita é estendido, permitindo que familiares e amigos fiquem mais tempo com o paciente, que também pode contar com maior comodidade no Hospital Copa Star.

 

 

 

20 a 30% das pessoas do mundo roem as unhas

Roer as unhas, mas do que um hábito feio pode ser um sinal que algo não vai bem no seu corpo ou mente. Trata – se de um ato que pode ser feito quando as pessoas estão entediadas, frustradas, cansadas, com forme ou quando não conseguem completar uma tarefa complicada. Saiba mais sobre o tema.
Onicofagia é o termo técnico para o hábito de roer unhas. É um problema que afeta entre 20% e 30% da população mundial. Pessoas de todas as idades roem unhas, que dependendo do caso pode ocasionar a problemas psicossociais significativos, apresentando um impacto negativo na qualidade de vida.
Principais motivos
Um dos problemas que o hábito causa é a “unidade ungueal (da unha) e na cavidade oral”. Na pesquisa “Onicofagia: o mistério, para os médicos, de roer as unhas”, os pesquisadores afirmam que o problema é mais difícil de se tratar do que parece, necessitando de um esforço multidisciplinar envolvendo dermatologistas, dentistas, pediatras, entre outros profissionais da saúde.
O problema é mais grave quando associado a outros males como transtorno de ansiedade por separação (TAS). A Onicofagia foi considerado um transtorno obsessivo compulsivo (TOC), porém há controversas quanto a classificação. Alguns profissionais argumentam o TOC é uma conduta em que ações normais são realizadas em exagero motivadas pela ansiedade, o que nem sempre ocorre no hábito de roer as unhas.
Pode ser considerado por algumas pessoas um hábito irritante ou nojento, mas não é algo tão preocupante. É até considerado relaxante, muitas vezes associado ao prazer. Um estudo publicadona revista Journal of Behaviour Therapy and Experimental Psychiatry  em 2015 denota que a onicofagia não é movida pela ansiedade, mas sim o perfeccionismo.
Outro estudo “O Impacto das Emoções nas Condutas Repetitivas Centradas no Corpo” associam o hábito de roer unhas as pessoas perfeccionistas, que o fazem para reduzir a irritação, tédio ou insatisfação. Há ainda uma possibilidade que denota que as algumas pessoas são predispostas geneticamente a roer unhas.
Consequências
Mesmo não sendo considerada uma doença, roer as unhas pode trazer algumas consequências. Uma delas diz respeito ao ato de colocar os dedos à boca, expondo à agentes que podem se instalar na boca. Isso porque abaixo das unhas há bactérias como salmonella.
De acordo com a Academia Americana de Dermatologia (AAD), o hábito de roer unhas pode trazer infecções bacterianas. Entre elas a paroníquia, uma infecção da pele que ocorre ao redor das unhas. Pode causar desconforto, dores e em casos raros pode necessitar uma intervenção cirúrgica.
Outros problemas relacionados são a deformação nos dentes ou o desgaste prematuro, além de forçarem os dentes a mudarem de posição, o que afeta a mordida.
Largando o hábito
Parar de roer unhas pode ser fácil, a partir de métodos domésticos que se mostraram eficazes. Entre eles o uso de substâncias de gosto desagradáveis, auto – policiamento, terapias, esmaltes ou bases, dispositivos para corrigir os vícios com choques elétricos e etc. O hábito é mais presente na infância e adolescência. O que demonstra que é possível largar o vício com passar do tempo.

 

Cuidar da saúde mental é tão (ou mais) importante quanto a física

Nove a cada dez brasileiros que estão no mercado de trabalho hoje sofrem algum nível de ansiedade. Este é um dado da pesquisa mais recente do International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR), uma associação sem fins lucrativos, voltada à pesquisa e ao desenvolvimento da prevenção e do tratamento de estresse no mundo.
Na sociedade que vivemos, somos afetados por diversos estímulos durante todo o dia. A ansiedade, o estresse e a depressão, além dos demais transtornos emocionais e mentais, são responsáveis por aquilo que há pouco tempo não era abertamente discutido, o transtorno mental.
Às vezes é difícil perceber os alertas que o corpo dá. Indisposição, mudanças de humor, alergias, alterações fisiológicas – pra citarmos alguns sintomas – são, na verdade, sinais do organismo de que algo não vai bem com a mente.
Mas o que fazer quando atingimos esse nível de comprometimento da saúde mental?

 

Pedir ajuda é sempre a primeira e principal decisão. Ajuda médica e ajuda psicológica são fundamentais para a compreensão do problema. Embora ainda seja uma espécie de tabu, a terapia ajuda o paciente a encontrar em si a solução dos problemas.
Além disso, a prática de exercícios proporciona a melhora do bem-estar mental e físico e, em atividades como a ioga, o espiritual das pessoas. O exercício físico libera no cérebro a endorfina, substância responsável pela sensação de prazer, e sua continuidade causa o que é conhecido como “boa dependência”, dando ao corpo a mesma sensação prazeirosa que outras substâncias viciantes.
Outro elemento que contribui para a melhor qualidade de vida é a alimentação.

 

Alimentos que participam da produção de serotonina e dopamina são responsáveis por dar a sensação de prazer e bem-estar no organismo. Alimentos como carne, peixe, ovos, verduras, frutas e grãos devem ser consumidos em todas as refeições para que se obtenha o melhor resultado na mudança de humor. Em contrapartida, alimentos ricos em gordura e açúcares, como sobremesas, doces e frituras, além do aumento significativo de peso, provocam alterações bruscas no nível de açúcar no sangue, levando a mudança na produção de hormônios no corpo, o que ajuda a desenvolver ou aumentar a depressão.
É importante termos um olhar atento e observarmos o que estamos fazendo com nosso corpo e mente. Os excessos do dia-a-dia, da hiperconectividade à negligência na alimentação, nos levam a um deslocamento do foco do que realmente importa, que é nosso bem-estar, saúde e, como consequência, felicidade.