Verdades e mentiras sobre intestino preso

A prisão de ventre é um monstro silencioso que assombra muitas pessoas.

Além de ser um assunto constrangedor para muitas pessoas, algumas tem o hábito de achar que é natural e corriqueiro ficar dias a fio sem ir ao banheiro. Chamada de prisão de ventre, intestino preso ou constipação intestinal, esse acontecimento é caracterizado por menos de três evacuações no período de 7 dias.

Além dessa baixa quantidade de evacuações semanais, a prisão de ventre também se caracteriza por outros fatores como muito esforços para evacuar, volume baixo, fezes endurecidas e de calibre fino. Esse grande problema ocorre quando os movimentos peristálticos do intestinos acontecem de forma lenta, pois esse movimentos são responsáveis por encaminhar o bolo fecal que está no intestino até chegar no reto, sendo, por fim, eliminado.

Apesar de não ser um assunto muito abordado, cerca de 15% das pessoas sofrem de prisão de ventre no Brasil, sendo que 85% desses casos são desencadeados por má alimentação. A doença é mais comum em mulheres, por contas de alterações hormonais, menstruação e gestação.

A má alimentação é a grande vilã de todos os casos, afinal, uma dieta baseada em açúcar, gordura, farinhas e carente de fibras, só pode resultar no mau funcionamento intestinal. Outra fator importantíssimo que desencadeia a prisão de ventre é o não consumo de líquidos, principalmente água, já que hidratação é um dos principais aliados do bom funcionamento do intestino. Exercícios físicos, por sua vez, também ajudam a regular nosso organismo, impulsionando esse bom funcionamento. Preparamos uma pequena lista de verdades e mentiras sobre o funcionamento de nossos intestinos a fim de desmistificar o assunto.

 

Mentiras

Muitas pessoas acreditam que devem ir ao banheiro todos os dias, isso não é verdade. Cada organismo funciona de uma maneira, sendo assim, a necessidade de evacuar também vai variar de acordo com cada um. É natural ir ao menos 3 vezes por semanas, sem que se falam esforços e força para evacuar.

Prisão de ventre não é genética. O que pode influenciar, nesse sentido, são os costumes alimentares semelhantes entre familiares.

Laxantes não resolvem o quadro. Inclusive, se usados durante um período contínuo causam dependência. Desta forma, o organismo já não impulsiona sozinho o bolo fecal para o reto.

 

Verdades

Bebidas alcoólicas e cafeína prejudicam o funcionamento do intestino, pois possuem efeito desidratante.

Fibras ajudam a “soltar o intestino”, já que ajudam na retenção de água, além de se tornaram pastosas e portanto macias.

Permanecer longos períodos sentado pode causar prisão de ventre. Por conta do sedentarismo, algumas pessoas adiam o momento de defecar e isso agrava o caso. Segurar a vontade de defecar faz com que os movimentos do intestino fiquem mais lentos.

Fezes devem ter da cor marrom. Quanto mais tempo as fezes demorarem para sair, mais escuras elas ficarão, enquanto a cor marrom, indica que elas estão sendo excretadas na hora correta. Fezes vermelhas podem ser sinal de sangramento, verdes podem ser sinal de infecção, e cinzas podem sinalizar problemas no fígado.

Para conferir alguns outros mitos e verdades, você deve clicar aqui.

 

PRÁTICAS ALIMENTARES E SEUS EFEITOS NO CORPO HUMANO

Hodiernamente com a falta de tempo presente no nosso dia a dia manter uma alimentação saudável tem se tornado uma tarefa de difícil realização, troca-se refeições saudáveis por fast-foods e outros alimentos de baixa qualidade nutricional, sem se importar com os prejuízos que essa troca pode causar. Nossa alimentação está diretamente ligada a fatores culturais, sociais e sensoriais. Nossas escolhas estão fortemente relacionadas à textura, sabor e aparência das comidas. O momento da alimentação é um momento de prazer, dessa forma, a alimentação deixa de ser apenas uma fonte de vitaminas e nutrientes.

Especialistas afirmam que a alimentação virou um comércio, o marketing nutricional traz influência negativa à alimentação das pessoas. Propagandas chamativas mostram pessoas com bem estar aparente e extremamente felizes, isso é utilizado para desviar a atenção do fato de que são alimentos prejudiciais à saúde. Sabe-se que manter uma alimentação inadequada por um longo período de tempo pode comprometer o indivíduo fisicamente, dessa forma, torna menor o desempenho em suas tarefas diária. Uma má alimentação atinge todo o nosso metabolismo alterando humor, concentração, sono, além de aumentar o colesterol, causar sobrepeso e obesidade.

Os desequilíbrios causados por uma má alimentação são fatores de risco para doenças cardiovasculares e diabetes. Associados à obesidade encontramos altos índices de câncer de mama e endometriose, dessa forma, já é um dos maiores desafios relacionados à saúde. Alterar os comportamentos alimentares traz um série de benefícios, sendo esses, físicos e mentais, uma pessoa que opta por segui-la apresenta maior disposição ao realizar suas tarefas diárias e maior autoestima. Para que a alimentação esteja adequada e balanceada deverá incluir todos os alimentos encontrados na pirâmide e na tabela alimentar.

A pirâmide alimentar é constituída por quatro níveis. Em sua base estão os alimentos responsáveis por fornecer energia, sendo esses, ricos em carboidratos. No segundo nível estão os alimentos reguladores, estes são responsáveis por fornecer vitaminas, minerais e fibras. No terceiro nível estão os alimentos construtores, fontes de proteínas e minerais. No quarto nível estão os alimentos que devem ser consumidos com moderação, esses são extremamente calóricos, nesse grupo encontramos açúcares e gorduras.

Cinco princípios devem ser seguidos para que se alcance uma alimentação nutritiva e equilibrada, são eles: Qualidade, o alimento deve satisfazer as necessidades nutritivas do corpo. Quantidade, apenas o suficiente para suprir as necessidades corporais. Harmonia, deve haver equilíbrio dos nutrientes com relação à quantidade e qualidade. Adequação, deve ser de acordo com as condições e fases da vida. Variedade, alimentos são diferentes, portanto, possuem diferentes nutrientes, dessa forma é necessário uma ampla seleção de alimentos.

Estão entre os benefício de uma alimentação saudável: Redução significativa do peso e sua manutenção, fortalecimento dos ossos, equilíbrio hormonal, prevenção de doenças infecciosas, longevidade, e além disso, diminui os riscos de ocorrências depressivas. Para que se tenha uma alimentação saudável não é necessário alterar de forma rápida e radical a dieta atual, não é necessário abrir mão e se privar de ingerir determinados alimentos, mas é necessário que exista a consciência de que manter determinado equilíbrio é imprescindível para que se mantenha a saúde, e o bem estar físico e mental.

Sergio Cortes lembra os cuidados essenciais que se deve ter com os colchões

Talvez não ainda tenha caído a ficha, mas, se considerarmos o tempo adequado de 8 horas de sono, pode-se então dizer que passamos 1/3 de nossas vidas sobre um colchão, dormindo um sono reparador. Portanto, ainda se deve dizer sobre, que dado o fato de ser um item de primeira necessidade, cuja a vida útil é também bem longa, é preciso extremo cuidado na hora de escolher aquele irá comprar. Não à toa que vários médicos ortopedistas, como o próprio Sergio Cortes, lembram que há a possibilidade de se testar o produto antes, ainda na loja, deitando ou sentando nele, por alguns minutos. Assim, já de início, poderão tirar uma impressão sobre o conforto trazido pelo mesmo, que poderá ser o esperado ou não. Mas o cuidado não deve se limitar apenas a isso, não.

 

É notório que também devem ser considerados o peso e a altura do colchão, pois será mais adequado aquele que puder garantir uma distribuição uniforme do peso de quem vai dormir nele, além de, nas diferentes partes do seu corpo, garantir também uma sustentação. Sem contar que há também de se considerar, no caso de colchão de casal, se o ambos possuem ou não mesmo gosto, sem contar que podem ter corpos muito díspares, devendo-se considerar o de maior densidade. Assim, Sergio Cortes reporta que, basicamente, o mercado atual oferece duas opções principais de material para o colchão, seja o com tamanho de casal ou o com de solteiro, que é ou aderir ao de molas ou ao de espuma.

 

Quando a escolha é pelo colchão de molas, o que deverá ser analisado é a quantidade e o formato delas, por serem os fatores determinantes para se avaliar sua qualidade. E Sergio Cortes, médico ortopedista, recorda que é notória a propriedade desse tipo de colchão de possibilitar, em consequência, um conforto de alto nível, além de durabilidade e resistência para os indivíduos com peso de até 150 kg. Opções não faltarão, como Superlastic, Bonnel ou Miracoil. Além dos de mola, os colchões de espuma também são bem procurados. Por sua vez, são divididos segundo a variação da densidade. Essas densidades, medidas a partir de “D-20”, significam o quanto suportam de peso, sendo cada densidade indicada para uma faixa, dos mais magros aos mais obesos, assim possibilitando uma melhor adequação desse colchão à estrutura corpórea de seu usuário diário, que como já dito, passará nele um terço de sua vida. Para melhor entender essa correlação entre peso e altura da pessoa e a densidade do colchão, é preciso guiar-se por alguma tabela que, como cita Sergio Cortes, siga à risca a Norma NBR 13579, que descreve a adequação entre biótipo e densidade (D) do colchão.

 

Se a escolha do colchão é de extrema importância, também o é avaliar trocá-lo, posto que colchão também tem prazo de validade, devendo ser realizada essa troca no período correto. Tal como reporta Sergio Cortes, é fato científico que, além de reunirem os colchões, com passado o tempo, ácaros e sujeira, também o ato de dormir num colchão muito velho, vulgo “esburacado”, é prejudicial à saúde, pois facilitará que o indivíduo passe a ter doenças na coluna, seja lordose, que é o arco lombar curvado; seja cifose, a chamada “corcunda”; ou então a escoliose, em que se entorta a estrutura da coluna. E, para notar o momento ideal de trocá-lo, é preciso ficar atento para frequentes noites mal dormidas, além de estar possivelmente a superfície rasgada e suja, e com desnivelamento e depressões.

 

Surto de febre amarela no estado de Minas Gerais

O verão chega e com ele também aumenta o número de insetos, devido ao calor, chuvas e desmatamento nas regiões urbanas. E a doença que deixa as pessoas e médicos em alerta são a dengue e a febre amarela, que são transmitidas pelo mosquito da espécie Aedes aegypti. O mosquito se reproduz na água parada e todos os anos são realizadas muitas campanhas para evitar a proliferação da doença.

Porém, o ano mal começou e a maior preocupação está sendo com a febre amarela. O estado de Minas Gerais já decretou estado de emergência em 152 cidades do interior. As cidades que abrangem a região do Vale do Rio Doce são as que apresentam maior número de casos e óbitos. Já foram registrados mais de 130 ocorrências da doença, destas, 20 apresentaram resultado positivo para a doença em exames laboratoriais. Segundo a secretaria do estado, 13 cidades tiveram registro de morte ou aparecimento de primatas doentes. Isso é muito preocupante, pois os macacos são os principais hospedeiros do vírus.

O governador, Fernando Pimentel, anunciou, no dia 13, o repasse de R$ 26 milhões para ações de enfrentamento à febre amarela no Estado e já foi autorizada a contratação de funcionários temporários para ações de combate à febre amarela.

Apesar do surto da doença no interior do estado de Minas Gerais, Belo Horizonte não apresenta casos da doença, mas está recebendo pacientes para internação e tratamento nos hospitais da capital. Segunda a Secretaria da saúde, no sábado (14), será realizada uma aplicação de inseticida, no entorno dos hospitais para evitar que o vírus se espalhe e os pacientes sejam picados. Já estão sendo instaladas ovitrampas, armadilha com odor que atrai a fêmea do mosquito e possibilita avaliar a concentração de ovos do Aedes aegypti. Na segunda-feira (17), serão instaladas telas com inseticida nos hospitais que recebem pacientes com suspeita da doença.

Devido ao grande número de infectados pela doença, começou uma corrida aos postos de saúde para se vacinar. Porém, as pessoas e os médicos devem ficar em alerta com as reações adversas que podem afetar entre 2 a 5% da população. Dentre as reações adversas estão dores de cabeça e no corpo e febre. Não podem se vacinar as mulheres grávidas, crianças menores de 6 meses de idade, indivíduos imunodeprimidos por doenças como AIDS e câncer, alérgicos a ovo e derivados. Pessoas que irão viajar para áreas endêmicas devem se vacinar no mínimo 10 dias antes de viajar, que é o tempo mínimo de incubação e eficácia.

Recomenda-se a prevenção evitando água parada, para que o mosquito não se reproduza e ao sentir os sintomas deve-se procurar um médico.

O Poder da Movimentação

Estamos vivendo em um tempo, onde uma boa parte do estilo de vida das pessoas favorece o sedentarismo. Ambientes de trabalhos climatizados, muitas horas sentados expostos a uma tela de computador, deslocamentos facilitados por escadas rolantes, carros confortáveis e poucos minutos para o almoço, levam milhões de pessoas a optarem pelos alimentos processados, industrializados, congelados ou até mesmo os famosos “fast food”.

Cada vez mais é frequente realizamos compras pela internet, efetuar pedidos pelo telefone e principalmente comidas à pronta entrega. Nem mesmo ir ao barco é necessário sair de casa, pois através dos aplicativos pelo celular, muitas pessoas fazem pagamentos e transferências no conforto de suas residências, muitas vezes sentadas em seus sofás, assistindo aos seus programas favoritos na televisão.

Com todas essas incríveis facilidades, fica muito difícil, não cair em um péssimo hábito de não se exercitar. Nossos corpos casados de tanto trabalho, compromissos e informações, sendo bombardeadas em nossas mentes 24 horas por dia, através do uso de smatfones, muitas vezes optamos pela única atividade que temos lembrança de ser prazerosa: a hora de dormir.

Entretanto, hoje a grande variedade de dietas e as inúmeras opções de atividades físicas, aliadas a uma vasta quantidade de informações com grande facilidade de acesso, como por meio da internet, vem atraindo muitas as pessoas almejarem por mudanças em seus hábitos. Hoje é possível observar que ela está vinda acompanhada de mudanças de paradigmas na própria Medicina, através do uso terapêutico do esforço físico.

No passado um paciente após ter sofrido um infarto, acabava ficando meses deitado, muito diferente do que vem acontecendo atualmente, onde há vários exercícios programados para os dias seguintes ao infarto, com objetivo de buscar uma melhor recuperação. Mas não é apenas na cardiologia que é possível observar o uso das atividades físicas. Doenças como o Alzheimer, o Parkinson e a Esclerose múltipla são três exemplos dos dezesseis males abordados pela Revista Exame Abril, disponível em: http://abr.ai/2i1zA2F , que podem ser combatidos através do uso da terapia da movimentação.

Mas o que poucas pessoas acabam se lembrando na hora de buscar um estilo de viva mais saudável, além da prática de atividade física e mudanças no cardápio, é justamente a hora dormir. Ser saudável também inclui ter um sono de qualidade, pois é através dele que ocorrem a recuperação dos músculos e os processos de cognição e fixação da memória conforme publicação no Jornal Zero Hora disponível em: http://bit.ly/2i332FC .

E os benefícios da atividade física não estão apenas relacionados ao tratamento ou prevenção de doenças, pois ela também pode contribuir para uma melhora na resposta imunológica como é abordado pelo site globo.com, disponível em: http://glo.bo/1Wp2G5F, onde a atividade física regular resulta em um aumento dos linfócitos, que possuem como papel a destruição de células tumorais ou infectadas por vírus. Assim, além de contar com todos esses benefícios durante uma atividade física, outro aspecto importante é que ao mesmo tempo há uma diminuição do estresse, fato muito importante já que vivemos um mundo com tantos estímulos, responsabilidades e compromissos.

Slow medicine: volta às origens?

Relativamente novo no Brasil, o termo slow medicine vem ganhando espaço nos últimos tempos como uma nova tendência. Termo utilizado desde 2002, quando foi citado pela primeira vez pelo cardiologista italiano Dr. Alberto Dolara, refere-se a uma abordagem médica que remonta às origens da medicina, quando o paciente era ouvido e percebido verdadeiramente pelos médicos, no lugar de apenas serem solicitados exames que serão interpretados por especialistas.

Tal tendência surge na tentativa de reverter um quadro que vem se agravando nos tempos modernos. Assim como nosso ritmo de vida, a medicina atual se caracteriza pela falta de tempo. Consultas rápidas feitas por doutores apressados para atenderem o próximo paciente, médicos desconhecidos, pacientes anônimos, toneladas de exames e nenhuma conexão verdadeira criada.

Esse quadro frustra não apenas os pacientes, que se sentem insatisfeitos com o atendimento recebido, mas também os próprios profissionais de saúde, que sentem-se desconfortáveis e frustrados com a qualidade de seu trabalho. Não raro, o próprio paciente já chega para uma consulta armado da intenção de realizar todos os exames possíveis e seu contato real com o médico limita-se a um calhamaço de papéis, que será rapidamente analisado e conduzirá ao diagnóstico. Não são raras as vezes em que essa situação desencadeia um ciclo vicioso em que o doutor receita remédios para amenizar sintomas e acaba produzindo outros, que exigirão mais medicamentos e assim por diante.

Já na visão dos adeptos da slow medicine, muitos dos problemas e desafios encontrados em nossa saúde são resultados da falta de equilíbrio que nosso estilo de vida produz e que esse desequilíbrio dificilmente será consertado por uma medicina rápida e impessoal. Através dessa abordagem, a ideia é identificar as raízes do problema e criar um acompanhamento de longo prazo, através da observação e geração de um passo-a-passo em direção à cura. Dessa maneira, espera-se conseguir trazer o corpo de volta ao seu equilíbrio natural, resultando na solução não apenas dos sintomas mais aparentes, mas também na melhoria de outros aspectos da saúde e da vida.

A slow medicine propõe que é necessário tempo para resolver questões mais profundas do que a simples análise superficial de um sintoma ou exame. Nesse contexto, o médico seria apenas um guia para reconhecermos as verdadeiras necessidades de nosso organismo e criar soluções baseadas nos tratamentos convencionais ou alternativos, que podem incluir o cultivo de relações interpessoais, cirurgias, envolvimento com uma atividade artística, etc.

Apesar de vista como uma nova tendência, a slow medicine vem resgatando a forma antiga de lidar com o paciente: uma abordagem mais pessoal, que possibilite a visão do paciente como um todo. Essa vertente não se opõe ao uso da tecnologia e avanços conquistados, mas propõe um uso mais consciente desses recursos. Podemos considerar que, através dessa nova mentalidade, estamos nos aproximando de um ponto de união entre a medicina moderna e altamente avançada e a medicina ancestral, cultivada principalmente pelos povos orientais, que enxergavam o indivíduo como a união de diversas esferas que se complementam.

 

Para saber mais: http://slowmedicine.com.br/essencial-conceito/

 

 

 

 

 

 

De onde vem o dinheiro para empreender? Flavio Maluf reporta

Para começar o seu próprio negócio, o ideal é que você tenha um capital condizente com suas expectativas iniciais atrelado aos seus objetivos para o futuro. No entanto, a ausência de um investimento inicial não é algo que fará com que um empreendedor obstinado desista de seus sonhos. O empresário brasileiro Flavio Maluf reporta material publicado pelo Portal Exame, sugerindo sete opções alternativas de se alcançar uma fonte de dinheiro para a abertura de seu negócio.

 

Confira abaixo uma breve introdução sobre cada uma das possibilidades e veja em qual delas você tende a se enquadrar mais.

 

Fontes alternativas de capital

 

  • Bens e reservas

Os grandes empreendedores começam praticamente do zero. Desta forma, o empresário pode apostar naquela pequena quantia de dinheiro guardada ou mesmo na eventual venda de um bem de consumo. Flavio Maluf noticia que o dono da Natura começou o seu negócio a partir da venda de um carro Fusca.

 

  • Berço familiar

Outro forma de conseguir capital iniciar é uma criando uma relação de confiança com algum familiar ou amigo mais próximo. Argumente, mostre suas cartas, venda o seu peixe e aguarde a reação da outra parte envolvida. A relação pode até se tornar uma pequena sociedade num primeiro momento. Para fundar a hoje gigantesca rede Walmart, Sam Walton pediu dinheiro emprestado ao seu sogro. A tática parece ter dado muito certo.

 

  • Táticas modernas

A ideia de pré pagamento surgiu num passado distante e ainda hoje é bastante utilizada por empreendedores novatos no mercado. Trata-se do conceito de que o seu futuro cliente pagará pelo serviço de forma antecipada, visando ser recompensado depois que o seu empreendimento já estiver funcionando. Atualmente, dentro deste contexto, conforme matéria noticiada por Flavio Maluf, a estratégia da vez é crowdfunding – plataforma de financiamento coletivo.

 

  • O bom e velho empréstimo

Por mais que as taxas de juros e a burocracia sejam conceitos quase atrelados aos serviços de bancos e financiadora, os empréstimos tradicionais devem ser considerados, a partir do momento em que o empreendedor botar tudo na ponta do lápis e traçar um planejamento adequado para posteriormente realizar o pagamento.

 

  • Investimentos

Outra prática comumente adotada é ser financiado pelos chamados investidores-anjos. Em suma, são pessoas físicas, com alto poder de barganha. A média atual do Brasil é de 90 mil reais “emprestados” por este modelo de agente. Evidentemente, é preciso ponderar as condições do negócio.

 

  • Aceleradoras

Flavio Maluf ainda reporta que as chamadas aceleradoras, como a ABRAII, estão ganhando corpo no mercado. O aporte costuma variar entre 50 e 200 mil reais de investimento, uma vez que o seu perfil e seus projetos sejam devidamente analisados. Além do dinheiro, este tipo de segmento oferece mentoria, rede de relacionamentos e apoio gerencial.

 

  • Fundos

A última alternativa para se alcançar um capital inicial, conforme matéria trazida por Flavio Maluf, aponta para o conceito de fundos governamentais, como o BNDES. Outras diversas entidades tão oferecendo aporte para ideias inovadoras, sobretudo para conceitos associados a projetos de pesquisa. Vale a pena conferir.

 

 

Cuidados no verão: como manter o corpo saudável

O verão brasileiro é escaldante. Do Oiapoque ao Chuí, não há pedaço do território brasileiro que não demonstre a sua alta temperatura durante o período de verão no Hemisfério Sul. Pensando nisto, alguns cuidados devem ser tomados a fim de que mantenhamos a saúde durante o período que vai de dezembro até fevereiro.

 

Nosso corpo sofre no calor com queda de pressão, desidratação, insolação, edemas, suor em excesso e cãibras são algumas reações de nossos organismos à exposição prolongada a altas temperaturas. No caso do suor, ele é positivo porquanto é mecanismo que o corpo utiliza para regular a temperatura interna de nosso organismo – o calor resultante do metabolismo é transferido para a pele, que o dissipa através do suor.

 

É interessante, porém, repor o líquido perdido por nosso organismo, ingerindo sempre muita água. Em caso contrário, se o corpo seguir expelindo líquido em forma de suor, o calor corporal pode aumentar de proporção, o que pode levar a queda da pressão sanguínea levando o coração a bater mais rápido – residindo aí o risco de colapso. Ademais, a baixa circulação de sangue no cérebro leva a desmaios e até mesmo convulsões e delírios.

 

Da mesma forma, quando praticamos exercícios físicos – haja vista que em modo geral as pessoas se exercitam mais no verão – precisamos tomar certas precauções. Os melhores horários para a prática são os de sol mais fraco (começo da manhã ou final da tarde). Em dias de muito calor, reduzir a intensidade do exercício a fim de não enfraquecer em demasia o corpo e o levar a desidratação – para evitar isso também é interessante ter sempre uma garrafinha de água à mão.

 

Dormir bem também é dica preciosa nestes dias de calor escaldante. Para quem não possui ar condicionado, deixar a casa fechada durante o dia ajuda a não esquentar muito o ambiente interno; também auxilia deixar uma bacia com água perto da cabeceira da cama.

 

O mais importante, porém, é cuidar bem de nossa pele durante a estação mais quente do ano. Não tomar os famosos “torrões”, que danificam a pele e ainda atrapalham na estética, face o vermelhidão que fica. Quanto a isto, os cuidados que devem ser tomados são muitos: exposição ao sol em horários de sol mais fraco, e sempre com a aplicação de protetor solar; na praia, o guarda-sol é fundamental; além disso, os mosquitos, que se proliferam em épocas de calor, devem ser evitados com o uso de repelentes.

 

Tendo alguns cuidados básicos, é possível passar por esta estação que é a preferida de muitos – férias, família, amigos – sem prejuízos ao nosso corpo. E, assim, aproveitar o verão a fim de tomar conta, também, de nossa saúde mental – tão ou mais importante que a corporal.

 

Aedes Aegypti preocupa o novo secretário de saúde do RJ: mas não é somente lá

Em declaração recente, o novo secretário municipal de saúde da cidade do Rio de Janeiro, Carlos Eduardo de Mattos – indicado pelo novo prefeito, Marcelo Crivella, eleito pelo PRB – afirmou que 82% dos focos de dengue se encontram dentro dos domicílios, em detrimento de somente 18% nas ruas, lixões e comunidades.

 

Das três doenças transmissíveis pelo Aedes Aegypti, porém, Mattos cita o chikungunya, pelo fato de ser um vírus “novo” e as pessoas ainda terem pouca imunidade em relação à este. Ademais, esta doença tem sintomas que se arrastam por um intervalo de tempo muito grande – diferente da dengue e do zika, que tem seus efeitos mais rápidos e passageiros – podendo causar dores crônicas por até dois anos.

 

Já foram registrados, no Rio de Janeiro, 13 mortes pela chikungunya, o que preocupa as autoridades, uma vez que o vírus é suscetível de ser pego por cerca de 40% da população da cidade – número este que pode chegar a 3 milhões de pessoas sem a imunidade necessária, segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz.

 

O mosquito Aedes Aegypti, causador da dengue, chikungunya e zika, como o próprio nome sugere é originário do Egito. A sua dispersão se iniciou pela África, sendo primeiramente da costa oeste do continente em direção as Américas e depois pela costa leste em direção a Ásia. Seus primeiros registros datam dos idos de 1790, mas somente foi catalogado em 1818. O gênero chegou ao Brasil trazido junto aos navios negreiros, que transportavam escravos.

 

À época, porém – quando a principal preocupação quanto ao mosquito era a transmissão de febre amarela – o mosquito foi praticamente erradicado do Brasil por meio da utilização de inseticidas químicos. Nos anos 1980, no entanto, foi reintroduzido em nosso país, trazido junto com espécies vindouras de países como Cingapura. A erradicação, atualmente, é praticamente impossível, por conta da resistência criada pelos mosquitos ao entrar em contato com os pesticidas ao longo de sua evolução.

 

Hoje o Aedes Aegypti é um problema de saúde nacional, que atinge não somente o Rio de Janeiro, mas todas as cidades brasileiras. Rio Branco, no Acre, é a capital que se encontra em maior situação de risco, enquanto que o restante se encontra com o alastramento do mosquito controlado.

 

Face o exposto, é importante que a população se conscientize e auxilie no controle do mosquito, que é a forma mais fácil de prevenir a proliferação de dengue, zika e chikungunya – as duas últimas que preocupam, face a sua novidade em termos medicinais e ao poucos conhecimento acerca de soluções médicas na fase pós-contágio.