Antibióticos podem não curar doenças daqui 30 anos

O uso indiscriminado dos antibióticos, principalmente pela agropecuária, se tornou um grave problema de saúde pública global. Cientistas calculam que daqui 30 anos os antibióticos não terão a capacidade de curar doenças como tuberculose e malária. O problema está na resistência que as bactérias desenvolvem aos medicamentos que foram desenvolvidos até hoje.

Luiza nasceu muito pequena, com uma saúde bastante frágil, ela desenvolveu muitas infecções. Com isso ela começou a tomar antibiótico desde cedo. A primeira dose foi aos seis meses para curar uma gripe. “Nesse período, o antibiótico nos ajudou muito, e assim foi todo ano, ela pegava gripe e nós entravamos com o antibiótico que era sempre prescrito por um médico”, disse a advogada e mãe da Luiza, Marina Bevlacqua.

O caso da Luiza, que hoje está com 15 anos de idade, ainda é regra. O remédio leva a cura, mas essa realidade ainda pode mudar em 30 anos, quando os cientistas calculam que os antibióticos podem deixar de fazer efeito. O alerta da OMS foi reconhecido pelo G-20, o grupo com os países mais ricos do mundo. “Se nós tomamos um antibiótico, nós podemos selecionar as bactérias mais resistentes no nosso organismo, e essas bactérias resistentes vão circular facilmente pelo mundo. Isso aconteceu com todos os antibióticos que já foram produzidos, desde a penicilina”, disse a pesquisadora do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, Natália Pasternak.

Um dado surpreendente é que 70% de todo antibiótico produzido vai para o uso veterinário na criação de animais. Estudos mostram que antibióticos evitam doenças e auxiliam o ganho de peso dos animais, duas grandes vantagem para os agropecuaristas. Mas esse hábito cria bactérias mais resistentes, as chamadas superbactérias, que se tornaram um grande desafio para a ciência.

“Os dejetos desses animais, ou são usados como estercos ou de qualquer jeito são descartados no ambiente. Por isso o solo fica contaminado com todas as substancias que foram excretadas pelos animais, inclusive as bactérias mais resistentes que foram selecionadas com o uso abusivo de antibióticos. Além do que os antibióticos ficam empreguinados na carne dos animais, que por sua vez são ingeridos pelas pessoas, fazendo com que o ciclo de novas superbactérias aumentem”, disse Natália.

O superantibiótico Vancomicina 3.0 surgiu na tentativa de combater bactérias que já sofreram mutação. Mas a ciência não vai dar conta desse problema se não houver esforço global. “Então nós precisamos que países como a China e a Índia também entrem nessa consciência global que a OMS está tentando criar”, disse Natália. “Nós também precisamos de um outro aspecto que é o aspecto econômico. Nós precisamos de incentivos para pesquisas e produção de novos antibióticos e de alternativas a esses remédios no tratamento de doenças”.

 

Saiba como consumir café da forma correta, sem prejudicar sua saúde

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O café é uma bebida muito tradicional no Brasil e costuma ser indispensável para algumas pessoas, em especial após o almoço ou durante os intervalos no expediente de trabalho.

Ele pode ser forte ou fraco, expresso ou coado e até descafeinado e orgânico, assim atende todos os gostos.

Mas será que a bebida faz bem à saúde? Para saber essa resposta, confira as informações a seguir.

1 – O café faz bem à saúde?

O café não prejudica a saúde desde que sua ingestão seja feita de forma moderada. O consumo correto de cafeína equivale a 200 mg ou 150 ml de café por dia.

Se consumir dessa forma ele vai te ajudar de muitas maneiras: a perder peso, devido ao efeito termogênico, a evitar o envelhecimento precoce, por conta dos compostos fenólicos, que são antioxidantes poderosos, a melhorar a concentração, a cognição e a resposta psicomotora e a eliminar dores de cabeça leves.

Pra melhorar, estudos recentes mostram que ele previne a depressão, reduz o risco de câncer de pele e melhora o desempenho nas atividades físicas

Mas se o café for consumido em excesso ele pode causar anemia por desabsorção excessiva de ferro, osteoporose, por conta da redução na absorção de cálcio, refluxo ou azia, já que o uso em excesso aumenta a liberação de ácido gástrico, sobrepeso, devido ao açúcar, aumento da pressão e do colesterol ruim e, em último caso, risco de aborto em gestantes, pois ele atravessa a barreira placentária, dificultando o metabolismo fetal.

2 – O café possui nutrientes?

O café quase não tem nutrientes, o que ele possui são substâncias bioativas que interferem no metabolismo e no sistema nervoso. Além da cafeína, ele tem na composição trigonelina, responsável pelo aroma e pelo sabor e os já mencionados compostos fenólicos.

O café não possui grande quantidade de gordura. Quando torrado pode ter um pouco mais.

3 – Qual a melhor forma de consumir?

Evite consumir café se você tiver colesterol e pressão altos e se estiver gestante. Caso contrário, faça o consumo moderado, nos momentos em que o corpo tem maior necessidade de cafeína. Uma boa sugestão é beber um copo pequeno entre o café da manhã e o almoço, outro no lanche da tarde e mais um antes do treino da academia.

Evite tomar a noite porque a cafeína costuma prejudicar o sono, o que vai atrapalhar também a manutenção do peso e a regulação hormonal.

Mudar hábitos alimentares prolonga e melhora a qualidade de vida

Manter uma alimentação regrada não é uma tarefa fácil. Porém, segundo estudos realizados nos Estados Unidos, pequenos hábitos alimentares saudáveis podem aumentar de modo significativo as chances de se ter uma vida mais longa. Veja aqui outros hábitos que podem te ajudar a prologar sua vida.

Nessa pesquisa, foi descoberto que melhorar a qualidade dos alimentos ingeridos por pelo menos 12 anos, tem associação direta em menores taxas de mortalidade causadas por doenças cardiovasculares. Os alimentos que mais obtiveram resultados foram grãos integrais, verduras, peixes gordurosos e frutas.

Veja a seguir, alguns alimentos que podem ajudar a prolongar sua expectativa de vida:

  1. Brócolis

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O brócolis é uma fonte rica em luteína, que auxilia na redução dos efeitos da DMI (degeneração macular da idade). Por conter uma grande quantidade de ferro e ácido fólico, é bastante recomendado por médicos para gestantes, anêmicos e convalescentes. Também pode ser utilizado como fitoestrogênio na menopausa.

  1. Kiwi

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Rico em vitamina C, o kiwi ajuda na prevenção de gripes e resfriados, bastante útil também para eliminar os radicais livres e reduzir o envelhecimento. De origem chinesa, o kiwi contém ácido propeolítico, responsável por melhorar a circulação, combatendo o mal colesterol (LDL). É rico em fibra, fosforo, potássio, magnésio, cálcio e crómio.

  1. Tomate

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Excelente fonte de vitaminas, flavonoides e minerais, possui uma alta concentração de licopeno, antioxidante que atua na degeneração celular para combater o envelhecimento. O tomate fortalece as paredes das células, elimina as substâncias tóxicas do organismo e aumenta as defesas. Importante para a melhora do sistema nervoso, esse fruto, que muitas pessoas confundem com legume, atua na prevenção de doenças cardiovasculares e dos vasos sanguíneos.

  1. Aveia

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A aveia é um dos cereais considerados mais completos, pois contém proteínas, ferro, carboidratos, fibras e cálcio. Ajuda no funcionamento do intestino, na redução da absorção do colesterol ruim, e ainda ajuda no tratamento da diabetes, pois controla os níveis de açúcar no sangue. Além do mais, reduz o apetite e previne a pressão alta.

  1. Chocolate preto ou chocolate amargo

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Embora muitas pessoas acreditem que o chocolate é um alimento prejudicial à saúde, se consumido em sua forma mais saudável (chocolate amargo, sem/com pouca adição de leite ou açúcar), o chocolate pode trazer benefícios ao organismo. É considerado antioxidante graças aos flavonoides que contém, e combate também o envelhecimento. Ajuda na estimulação de funções cerebrais devido a um alcaloide chamado fenetilamina, atuante como neurotransmissor cerebral.

Conheça o método BLW utilizado na introdução alimentar para bebês

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O método BLW (baby led weaning – desmame guiado pelo bebê) é o nome dado ao ato de oferecer alimentos em pedaços e deixar com que o bebê se sirva sozinho. Essa prática auxilia o bebê a comer em seu ritmo próprio a partir dos 6 meses de idade, descartando a ideia de oferecer frutas e legumes amassados.

O nome do método foi dado pela autora do livro Baby-led Weaning: Helping Your Baby to Love Good Food (Desmame Guiado pelo Bebê: ajudando seu filho a amar comida boa) e também agente de saúde britânica, Gill Rapley.

Como realizar o método BLW

É recomendado que se coloque o bebê sentado à mesa junto da família na hora das refeições, e disponibilize alimentos que sejam apropriados a ele. Corte os alimentos em porções que sejam fáceis para o bebê conseguir agarrar com as mãos e levar até à boca sozinho. Ramos de brócolis cozidos, cenouras cozidas e cortadas em palitos, batatas em pequenos cubos são alguma das alternativas que podem ser utilizadas.

Em um primeiro momento, é normal que a criança brinque com o alimento mais do que de fato o coma. Evite insistir nesses casos, e jamais obrigue o bebê a comer oferecendo prêmios, promessas, distrações ou elogios. Também não se deve brigar, gritar e ameaçar. Pediatras e nutricionistas dizem ser normal que as crianças ingiram quantidades pequenas de alimentos até os 8 ou 9 meses de idade.

Não apresse o bebê: o método BLW demanda tempo

Deixe o bebê levar o tempo necessário para terminar a refeição. Procure escolher horas em que ele não esteja irritado ou com muita fome, pois isso poderá gerar um estresse desaconselhável. Uma das grandes vantagens que o método BLW oferece, é apresentar ao bebê alimentos variados, com texturas e sabores diferentes. Em cada refeição, ele já consegue diferenciar o que gosta do que não gosta, uma tarefa difícil quando são oferecidas papinhas, uma vez que costumam contar com vários ingredientes misturados no mesmo recipiente.

Outro fator importante do método, é que o mesmo estimula autonomia, já que o bebê pode escolher o que, quanto e quando quer comer. Há pesquisas que provam que bebês que comem sozinho tendem a ter menos riscos de obesidade no futuro. A explicação é simples: como escolhem o que e o quanto vão comer desde muito pequenos, desenvolvem nessa prática, a capacidade de regular o apetite e identificar o momento em que já estão satisfeitos.

Além do mais, desenvolvem a coordenação motora mais rápido pelo fato de terem que buscar o alimento na mesa e levar até a boca sozinhos.

O método BLW é seguro? Não tem perigo do bebê engasgar?

Os bebês possuem um mecanismo chamado gag reflex, que é um reflexo que possuem quando ainda estão se acostumando com os alimentos em sua forma sólida. Nesse caso a criança não fica com a passagem de ar obstruída; apenas se atrapalha e estranha a textura do alimento em sua boca, mas consegue desengasgar rapidamente sozinha.

Porém, é importante que o bebê esteja sentado ereto, que os pais não tentem ajudar a criança a comer, nem segurem o alimento para ela e muito menos, leve o alimento até a sua boca. Visite e converse com o seu pediatra antes de iniciar o método BLW com seu pequeno.

 

Lançamento de livro sobre governança conta com a presença de Eduardo Sirosty Melzer

O livro “A caixa-preta da governança” teve seu lançamento ilustrado por um debate entre dois gestores de conhecidas companhias. De um lado, Eduardo Sirotsky Melzer, atual presidente do Grupo RBS e de outro, José Galló, que responde pela presidência do conjunto de lojas Renner. O evento aconteceu em 19 de junho na Livraria Cultura e propiciou uma série de explanações acerca dos aspectos relevantes da gestão empresarial, além da troca de experiências entre os participantes que prestigiaram a obra de autoria de Sandra Guerra.

Com destaque para o que acontece nos conselhos administrativos das empresas, o evento intitulado de “Uma viagem pelo mundo comportamental dos conselhos – A visão privilegiada de experientes navegadores” foi promovida pela companhia PricewaterhouseCoopers. No encontro, foram debatidos assuntos como o papel que o departamento deve assumir perante o ambiente empresarial e as tarefas que devem ser de responsabilidade de conselheiros como o líder do conglomerado de empresas de comunicação.

Conhecido por trabalhar em uma empresa familiar, Eduardo Sirotsky Melzer aproveitou a oportunidade para destacar como é o cotidiano dentro de uma companhia dessa natureza, apontando os pormenores de um local de trabalho onde muitas pessoas já são conhecidas. Em 2016 o executivo recebeu a incumbência das atividades que integram o andamento do conselho administrativo do Grupo RBS. Ele comentou sobre as peculiaridades de se trabalhar em parceria com o CEO Cláudio Toigo Filho, profissional que está presente na organização gaúcha desde o ano de 1994 e que responde nos dias de hoje pela área executiva de mídias.

Eduardo Sirotsky Melzer acredita no poder da governança corporativa bem organizada para a realização de uma boa gestão nas organizações, algo que pode dar bons frutos em relação aos sócios e até mesmo no relacionamento com outras companhias. Segundo o executivo, o crescimento da corporação pode encontrar nesse viés da administração, uma forma de ocorrer de maneira sustentável, possibilitando a prospecção de objetivos que trarão resultados em um período longo de tempo.

Assim como Eduardo Sirotsky Melzer, a consultora Sandra Guerra também é membro de um conselho de administração, função que exerce há mais de duas décadas. Ela foi uma das responsáveis por fundar, no ano de 1995, o IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa), tornando-se presidente, pelo período de quatro anos, do conselho da instituição. Para que a sua obra se tornasse realidade, Guerra organizou um levantamento com diversos conselheiros do país. Muitos profissionais participantes ultrapassavam o período de dez anos dentro da função, com atuação em mais de um colegiado. Outros integrantes do estudo, contudo, agiam de modo independente.

Sandra aconselha que as empresas como as que integram o Grupo RBS, cuja liderança é de Eduardo Sirotsky Melzer, dividam seus conselhos em três segmentos. Segundo ela, é importante que um deles trate de dar uma direção aos assuntos corporativos, enquanto os outros fiquem responsáveis pelo controle e monitoramento empresarial, além da supervisão dos aspectos de risco que a gestão possa apresentar. A autora destaca que esta última tarefa pode funcionar como algo que mova a governança corporativa.

 

Doenças mais comuns em crianças no inverno e como preveni-las

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Basta a temperatura baixar para que  uma série de doenças apareçam,  especialmente nas crianças, que possuem uma imunidade menos estabelecida que a dos adultos. Apesar dos incômodos causados por espirros e tosses, esses problemas causados pelo frio não costumam ser sérios, desde que diagnosticados e tratados de forma correta. De acordo com os pediatras, identificar a condição em seu estágio inicial é uma etapa importantíssima para evitar que pequenos problemas evoluam para infecções mais graves, como a pneumonia, por exemplo.

Entre os problemas mais comuns do frio estão as crises alérgicas, como a rinite e a asma. Isso acontece porque, nessa época do ano, a permanência em ambientes fechados, a exposição a poeira e a queda na umidade relativa do ar, entra outros fatores, aumentam os riscos dessas alergias se desenvolverem nas pessoas mais propensas a elas. Locais fechados e com grande aglomeração de pessoas também aumentam os riscos de transmissão de micro-organismos que causam infecções como a bronquiolite e a gripe.

Desse modo, a seguir estão as principais doenças e infecções mais comuns durante o inverno nas crianças e as formas de prevenção e tratamento.

 Bronquiolite:  Essa é uma doença respiratória que costuma aparecer em bebês a partir de seis meses até os três anos de idade. Inicialmente com os sintomas de um simples resfriado, a bronquiolite passa a causar chiados e dores no peito depois de alguns dias. Ao terem a doença, as crianças também ficam com o aspecto de cansaço, febre baixa e coriza por cerca de uma semana. Ao identificar esses sintomas, os pais devem levar os filhos ao pediatra para acompanhar o quadro, mas no geral, a doença passa naturalmente, sendo recomendável apenas lavar o nariz da criança com soro fisiológico.

 Gripe:  Mais forte e intensa do que os resfriados, a gripe costuma causar febre alta, acima de 38 graus, juntamente com dores pelo corpo e cansaço. Apesar de não ser grave, o grande problema da gripe é que ela pode evoluir para quadros mais sérios, como otite e pneumonia. Em casos como esses, é normal que o pediatra indique a necessidade de tomar um antibiótico. Contudo, para evitar a gripe nas crianças, a imunização é muito importante, principalmente em menores de cinco anos ou crianças que tenham asma, problemas no rim, ou que estejam em meio a um processo de quimioterapia.

 Amigdalite:  Pode ocorrer em crianças de qualquer idade, e tem origem viral ou bacteriana. Entre os principais sintomas estão febre alta, dores de cabeça, inchaço no pescoço e incômodos na garganta. Quando a amigdalite tem origem bacteriana, o tratamento costuma envolver o uso de antibióticos, enquanto a amigdalite de origem viral costuma passar depois de alguns dias. Em todo caso, é preciso procurar um especialista e seguir o que for indicado pelo médico.

5 alimentos para uma boa visão

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Uma boa alimentação está diretamente ligada à nossa saúde em geral. Para manter a saúde dos olhos, é necessária uma dieta equilibrada e saudável, já que, diversas doenças do sistema ocular estão relacionadas a deficiências nutricionais que podem ser corrigidas através da alimentação. Para uma boa saúde dos olhos, existem quatro principais grupos de nutrientes que consumidos diariamente são capazes de promover a melhora da visão e prevenir doenças oculares. São eles: vitaminas antioxidantes que ajudam manter células e tecidos saudáveis, ômega 3, ácido graxo essencial para o desenvolvimento visual dos bebês e crianças, minerais que auxiliam na absorção das vitaminas, luteína e zeaxantina que reduzem o risco e retardam a progressão de doenças oculares. Saiba quais os alimentos contem esses nutrientes.

1.Vegetais verdes

São alimentos que contém luteína e vitaminas antioxidantes em grandes quantidades. São capazes de proteger os olhos das ações do sol, da catarata e a degeneração da mácula, região do olho que obtém melhor qualidade de visão para leituras, cores e outros detalhes. Os antioxidantes presentes nas folhas verdes também contribuem para a redução dos desconfortos relacionado a brilho e aumento do alcance visual. Por isso vegetais como couve, espinafre e brócolis são essenciais para saúde dos olhos.

2.Peixes

Peixes como salmão, atum, cavala e sardinha são ricos em ômega 3 e ácidos graxos que são capazes de proteger os olhos da catarata, degeneração da mácula e síndrome do olho seco. Para aqueles que tem algum tipo de intolerância a frutos do mar, o ômega 3 pode ser consumido em forma de suplementos. Os peixes são ainda ricos em minerais e vitaminas A, B6, B12, C, D e E.

3.Cereais

Cereais, principalmente integrais como a quinoa, o arroz integral, aveia e pães e massas de trigo integral podem auxiliar na diminuição do risco de degeneração macular, já que eles podem fortalecer o globo ocular devido a presença de vitamina E, B e zinco.

4.Frutas vermelhas e Cítricas

A grande quantidade de vitamina C presente em laranjas, limões, morangos torna-se essas frutas essencial para quem deseja uma boa saúde ocular. A vitaminas C é uma poderosa vitamina antioxidante capaz de reduzir o risco de degeneração macular e catarata. Além de melhorar a visão, elas podem auxiliar na prevenção de doenças oculares como o glaucoma.

5.Ovos

Os ovos contêm grandes quantidades de luteína e zeaxantina que funcionam como uma espécie de óculos de sol natural, auxiliando na prevenção da cegueira nos casos em que já existam degeneração macular. A gema é a principal fonte do nutriente, por isso a importância do consumo da mesma. Além disso, ovos possuem diversas vitaminas, incluindo a Vitamina A, protegendo contra a cegueira noturna e olhos secos.

A adoção de uma dieta equilibrada com esses alimentos beneficia não só a saúde dos olhos, como a geral. Além do consumo diário dos alimentos, é importante a consulta regular com o oftalmologista para a realização de exames e acompanhamento da saúde ocular.

Programa de ‘Escola sustentável’ é implementado também na Guatemala

Se temos, hoje em dia, nas comunidades mais ricas, e a cada dia mais, a tendência de vários adultos mudando de hábitos alimentares para assim terem uma melhor saúde, por outro lado, as crianças ainda são atraídas pelas guloseimas e pelos comerciais do gênero, tornando-se obesas quando não mais miseráveis e assim consequentemente desnutridas. Cabe então aos mais velhos contribuírem para que estas não fiquem doentes, entregues à própria sorte ou até mesmo sendo vítimas de uma situação miserável, como o caso de que falaremos, não tão distante a nós.

E foi por isso mesmo que o nosso governo e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) impulsionaram, em 16 de junho deste ano, um programa de nome ‘Escolas Saudáveis Sustentáveis’, numa instituição de ensino da Guatemala.

Mais detalhes sobre o que foi e o que será feito nos colégios da Guatemala

Situada no departamento de Chiquimula, um dos mais afetados pela mudança climática e também pela desnutrição, a Escola Oficial Rural Mista Los Vados foi a primeira escolhida, dentre os 12 centros escolares onde o programa ainda será implementado em breve. Só nessa escola, serão, ao todo, 266 estudantes beneficiados.

Diego Recalde, que era o então representante do organismo da ONU no país em questão, definiu ainda a situação como um “acompanhamento técnico” dado à Guatemala, tanto por parte do nosso país quanto da FAO. Ele ainda fez questão de pontuar que além dessas escolas já citadas, também somam-se às escolas de mais outras 10 províncias, seja de Huehuetenango, seja de San Marcos. Nesses locais, entre os dois últimos anos, 2015 e 2016, foi implementado o projeto-piloto, o que acabou por beneficiar muitas crianças de nível primário, chegando a ultrapassar a quantidade de 1.200 delas.

Mais detalhes sobre o programa em si e a sua abrangência internacional

E para quem ainda não sabe direito no que consiste o tal Programa de Escolas Saudáveis Sustentáveis, vale então observar que tem ele o grande objetivo de conseguir estabelecer uma boa referência na alimentação escolar que seja sustentável. E é ainda dado um enfoque que se dê por meio de atividades como a adoção de cardápios escolares adequados e saudáveis, sem contar um maior envolvimento da comunidade educativa, além de reformas nas instalações e hortas escolares pedagógicas.

Mas, além da implementação na Guatemala, outros países da América Latina e também do Caribe já experimentaram esses programas de Escolas Sustentáveis, no período que vai do ano de 2012 ao ano de 2015. Assim, contabiliza-se um total de 1.640 centros escolares beneficiados com esse tipo de modificação, somando então 150.305 crianças atingidas. Isso, vale lembrar, está dentro do que foi intitulado de Programa de Cooperação Internacional Brasil-FAO.