Estudo revelou um aumento na obesidade entre crianças e adolescentes

Resultado de imagem para Estudo revelou um aumento na obesidade entre crianças e adolescentes

Um novo estudo publicado no dia 11 de outubro revelou que o número total de crianças e adolescentes que estão em situação de obesidade aumentou em mais de dez vezes desde o ano de 1975. Contudo, o estudo ainda revelou que o número só não é maior que o de crianças que ainda permanecem em situação abaixo do peso.

Mas em uma avaliação das fortes tendências observadas nos últimos anos, os especialistas consideram que se os números se mantiverem, o índice de obesidade juvenil será maior que o de crianças abaixo do peso em 2022. As previsões feitas pelos autores do estudo foram publicadas pela revista The Lancet.

Em uma comparação com os anos de 1975 e 2016, é possível observar o quanto o índice de obesidade juvenil aumentou. No ano de 1975, existiam 11 milhões de crianças e adolescentes entre cinco e 19 anos considerados obesas. Já em 2016, o número saltou para 124 milhões de jovens obesos no mundo. Os dados são do estudo elaborado pela OMS – Organização Mundial da Saúde, e pelo Imperial College de Londres.

O estudo ainda revelou que esse aumento da obesidade juvenil pode ser observado em todas as regiões do mundo. Contudo, as regiões que mais foram afetadas pelo aumento do índice foram algumas das ilhas da Polinésia (30% dos jovens com idade entre cinco e 19 anos são obesos nas ilhas Cook), e em países como os Estados Unidos, a Arábia Saudita e o Egito, que tem o índice em torno de 20% dos jovens.

Nos países mais ricos, a tendência forte de alta parece ter se estabilizado nos últimos anos investigados pelo estudo. Já nos países mais pobres, o número tem sido cada vez maior.

Em contrapartida, o número de jovens da mesma faixa etária que sofrem com a insuficiência ponderal (situação abaixo do peso), está diminuindo com o passar dos anos. Embora a queda seja lenta, todas as regiões do mundo registraram uma diminuição desde 2000, exceto no Sul e no Sudeste asiáticos e no Oeste, no Leste e no Centro da África.

Os autores do estudo revelaram que no ano passado o número de jovens e adolescentes com o problema de insuficiência de peso considerada moderada e grave era de 192 milhões. Dois terços desse total estava localizado no sudeste da Ásia, onde está localizado a Índia.

 

Um novo projeto brasileiro tratará a hanseníase priorizando a prevenção

Uma iniciativa entre o Ministério da Saúde e a OPAS/OMS – Organização Pan-Americana da Saúde, que tem como objetivo “Abordagens Inovadoras para intensificar esforços para um Brasil livre da Hanseníase”, datada entre os dias 23 e 28 de outubro de 2017, demonstrou metas para a redução de casos de hanseníase em crianças em 20 municípios de seis estados do país. Os seis estados com maior índice de novos casos de hanseníase em crianças são: Mato Grosso, Piauí, Maranhão, Pará, Tocantins e Pernambuco. O projeto também contará com o apoio da Fundação NIPPON do Japão, comprometendo-se a ajudar por um prazo estipulado de três anos (2017/2019).

Além do fato dos municípios escolhidos para esse projeto apresentarem elevados números de casos da doença em crianças, a disponibilidade de serviços referente a esses municípios também foi levada em conta, devido a mão de obra de profissionais de saúde e pedagógicos. No ranking da lista dos municípios com o maior número de novos caso de crianças com a doença, São Luiz/MA aparece em primeiro lugar. Logo em seguida vem o Recife/PE e Olinda/PE, na segunda e terceira posição respectivamente. Os municípios de Marabá/PA, Teresina/PI, Cuiabá/MT, 12º Jaboatão dos Guararapes/PE, Palmas/TO, Belém/PA, São José do Ribamar/MA, 31º Araguaína/TO, Cabo de Santo Agostinho/PE, Paço do Lumiar/MA, Gurupi/TO, Porto Nacional/TO, Paulista/PE, Floriano/PI, Parnaíba/PI, Alcântara/MA, Raposa/MA, seguem a ordem respectiva dos 20 municípios relacionados com o projeto dentro do ranking.

A metodologia utilizada pelo projeto, é focada na detecção de novos casos da doença, levar mais educação aos profissionais ligados a Atenção Primária à Saúde, melhores condições de funcionamento aos centros de referência, diminuição das taxas de GIF2 – Grau 2 de Incapacidade Física; mediantes a novos diagnósticos precoces seguido por ações preventivas. As ações do projeto também visam ajudar na parte psicológica das pessoas acometidas pela doença, que tendem a sofrer preconceito e isolamento da sociedade.

A hanseníase é tratada como uma doença crônica, que é transmissível, e obrigatoriamente, deve ser investigada em todo o país. O agente responsável etiológico é o Mycobacterium Leprae, um agente altamente infeccioso e de baixa patogenicidade (onde poucos indivíduos acabam adoecendo). A forma mais comum de transmissão da doença é por vias aéreas superiores, e o contato com a pessoa infectada deve ser prolongado.

Sistema para controlar estoques de medicamentos em todo o país é lançado pelo Ministério da saúde

Para reduzir a quantidade de desperdícios, no último dia 24 de outubro, o Ministério da Saúde lançou um sistema para controlar a compra, a distribuição, o uso e os estoques de medicamentos no Sistema Único de Saúde (SUS). A Base Nacional de Dados da Assistência Farmacêutica começou a funcionar no dia 25 do mesmo mês.

Um programa piloto foi desenvolvido no Distrito Federal e outros três estados – Tocantins, Alagoas e Rio Grande do Norte. Ele indica que o sistema auxilia a redução de desperdícios. Segundo as informações do Ministério da Saúde, em um trimestre, foi possível economizar R$ 20 milhões. Pelas estimativas do órgão, se essa economia for replicada em todo o país, a cada ano, mais R$ 1,5 bilhão pode ser revertido em mais medicamentos para a população.

Os estados e municípios têm um prazo de 90 dias para implantar o controle, que deverá substituir planilhas manuais – essas ainda usadas por cerca de 80% do sistema. Quem não cumprir o limite de três meses, terá os repasses de recursos de assistência farmacêutica suspensos até que seja feita a regularização do envio das informações.

A ordem é que o sistema seja implantado para toda a assistência farmacêutica – para que, desta forma, seja possível fazer um controle de todos os medicamentos, não apenas aqueles financiados pelo Ministério da Saúde. Também devem estar disponíveis as Informações sobre estoques de remédios adquiridos por Estados e municípios.

Até então, o Ministério da Saúde só recebia 20% dos dados – isso através do chamado Sistema Hórus, usado por apenas 15 estados do Brasil para a gestão de medicamentos de alto custo. Os demais estados possuem sistemas próprios, contudo, que não são compatíveis com o Hórus.

“Transformar bases em informação é que é a arte”, avalia o ministro da Saúde, Ricardo Barros – que salienta que a meta é informatizar o sistema. “Estamos fazendo o que devia estar sendo feito desde sempre”, conclui Barros.

 

Estudo aponta que a menopausa afeta mais as mulheres obesas

que a obesidade faz com que as mulheres sofram mais na menopausa com calores severos, devido ao impacto que o tecido adiposo causa nelas. O estudo descobriu que as pessoas com índice de massa corporal acima de 30, sofrem com ondas de calores mais intensas e severas, diferente das mulheres que estão no peso normal.

O estudo foi realizado com 749 moradoras de 19 cidades diferentes da Região Metropolitana de Campinas, com a análise de resultados do médico ginecologista Sylvio Saccomandi Junior em sua dissertação de mestrado. Os resultados foram divulgados na revista Menopause, com destaque na agência internacional de notícias Reuters.

Os especialistas afirmam que as mulheres têm um tecido adiposo, que é insuficiente para amenizar os sintomas, e não adianta ter estrogênio periférico, se existir uma camada de gordura muito grande que não deixa o calor dissipar. A pesquisa mostra que 70% das mulheres sofrem com essas ondas de calor no período de menopausa, e os efeitos podem ser tão devastadores na qualidade de vida que as impedem de trabalhar e atrapalham na vida sexual.

O estudo foi realizado com a colaboração do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, o IBGE, a partir de um mapeamento das áreas. As mulheres que participaram da pesquisa têm entre 45 e 60 anos de idade e corresponde há 19 cidades diferentes. Para a pesquisa foi utilizado um questionário com recomendação da sociedade internacional da menopausa.

Esse é um ponto forte do estudo, que teve os resultados vindo de pesquisas da população brasileira, que teve desde visitas porta a porta, até entrevistas com aspectos diversos da menopausa, pois existe uma forma correta de avaliação desses sintomas e suas severidades.

A pesquisa entrevistou duas mulheres por quarteirão, por faixa etária e por índice de massa corporal.

Outros sintomas, muito falado pelas mulheres acima do peso, além dos calores, são a secura vaginal, incontinência urinária, problemas articulares e o sono. Os calores variam de ondas mais fracas uma vez por dia ou até várias vezes ao dia. Podem durar de 3 a 5 anos após a pausa na menstruação e vai diminuindo com o tempo, porém existem casos que duram até 10 anos.

O empreendimento cinco estrelas da rede de hospitais de Jorge Moll

Resultado de imagem para Hospital Copa Star

O Hospital Copa Star – um dos mais novos empreendimentos da Rede D’Or São Luiz, fundada pelo médico cardiologista e presidente do Conselho de Administração do Grupo, Jorge Moll Filho – surgiu como uma opção para pacientes que utilizam com frequência a ponte área Rio de Janeiro / São Paulo. Ele foi inaugurado em outubro do ano passado, no Bairro de Copacabana, Zona Sul carioca, e é o primeiro modelo “cinco estrelas” da Rede D’Or – atualmente, a maior operadora independente de hospitais do Brasil. A ideia é expandir esse padrão para outras capitais brasileiras.

Mas o que o Hospital Copa Star tem de especial?

Criado para atender a classe AA, o empreendimento do Grupo de Jorge Moll Filho é similar a um hotel luxuoso. Ele une equipamentos modernos com serviços de hotelaria, priorizando características como a praticidade, a tranquilidade e o conforto dos seus frequentadores.

O Copa Star possui, por exemplo, um hall com aromas cítricos e amadeirados, livros, sofás e até um piano. Tem restaurante com um cardápio pensado por um chef francês e uma cozinha comandada por um suíço. Sem falar nos corredores repletos de obras de arte, que lembram galerias – são 231 peças do pintor japonês Yutaka.

No hospital planejado pela rede de Jorge Moll Filho, os pacientes e acompanhantes também não presenciam as correrias tradicionais com macas e carrinhos de roupas de cama – esse tipo de atividade acontece em uma unidade que fica separada à de quem está internado.

A iluminação foi outro ponto tratado com cuidado pela Rede D’Or São Luiz, já que é um aspecto que transmite aos pacientes um ar de acolhimento e tranquilidade. O Copa Star foi pensado e desenhado para ter uma iluminação natural, sem luzes fortes e artificiais.

Os equipamentos médicos, por sua vez, são de ponta – visando o melhor atendimento, a fim de se tornar o hospital referência em todo o país.

A Rede D’Or São Luiz, de Jorge Moll Filho

Fundada pelo médico cardiologista e empresário brasileiro Jorge Moll Filho a Rede D’Or São Luiz está presente no Rio de Janeiro, em São Paulo, no Distrito Federal e em Pernambuco. As suas três primeiras instituições foram o Copa D’Or, o Barra D’Or e o Quinta D’Or.

Atualmente, conforme o que informa o site oficial do Grupo, a rede possui 35 hospitais e dois sob gestão (Hospital da Criança e Israelita); 5,1 mil leitos operacionais; 38,5 mil colaboradores; e 87 mil médicos credenciados. Ainda, por ano, a Rede D’Or São Luiz faz cerca de 3,35 milhões de atendimentos de emergência, 356 mil internações, 220 mil cirurgias e 24,3 mil partos.