Descubra quais alimentos ajudam na saúde dos pulmões

Muitas pessoas não sabem, mas a partir dos trinta anos de idade, os pulmões começam a funcionar em um ritmo um pouco mais lento e demorado. Porém, a intensidade com que isso ocorre depende de maneira direta do estilo de vida adotado por cada indivíduo. Entre a parcela da população que fuma, por exemplo, esse processo tem chances maiores de acontecer de modo acelerado.

Contudo, de acordo com um estudo desenvolvido pela Escola de Saúde Pública Bloomberg, da Universidade Johns Hopkins, a alimentação diária possui uma influência bem importante no retardamento do envelhecimento dos pulmões, especialmente para as pessoas que comem frequentemente maçã e tomate, incluindo até mesmo os ex-fumantes.

No ano de 2002, um grupo de pesquisadores analisou a alimentação e as respectivas funções pulmonares de mais de 600 adultos. Após dez anos, a bateria de testes e exames feitos em 2002 foram repetidos. Vale ressaltar que os pesquisadores levaram em conta fatores como sexo, idade, peso e o hábito de praticar atividades físicas.

Com isso, os resultados demonstraram que as pessoas que se alimentavam de ao menos dois tomates por dia ou três porções de frutas, especialmente a maçã, tiveram um declínio bem mais devagar do funcionamento dos pulmões em comparação com as pessoas que não ingeriram essas porções de tomates e frutas diariamente.

É importante destacar que esses benefícios surpreendentes foram percebidos somente entre as pessoas que consumiam essas frutas e vegetais em condição fresca. As versões industrializadas desses alimentos não apresentaram tantas vantagens.

Ainda segundo o estudo da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, até mesmo os ex-fumantes podem se beneficiar de uma alimentação diária rica em tomate e frutas. Os voluntários ex-fumantes que apresentaram o hábito de ingerir esses alimentos diariamente também tiveram uma degradação mais vagarosa do órgão, em comparação a outros ex adeptos ao tabagismo.

Além disso, o estudo também concluiu que uma alimentação que siga todos esses parâmetros pode ser uma forma de prevenir o aumento dos diagnósticos de DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) ao redor do mundo, a qual consiste em  um conjunto de enfermidades que provocam à disfunção dos pulmões.

Estudo aponta que uma única prática de atividade física reduz o risco de infarto

A Associação Médica Americana publicou um recente estudo que aponta para os efeitos imediatos causados por uma única prática de atividade física. Segundo o estudo, uma única sessão de qualquer atividade física é capaz de gerar efeitos imediatos que são benéficos para o coração.

Liderada pelo professor de Fisiologia Cardiovascular e Exercícios, Dick, Thijssen, da Universidade Liverpool John Moores, a equipe de cientistas fez uma análise com diversas pesquisas realizadas com roedores.

As pesquisas anteriores foram feitas a partir de ataques cardíacos realizados nos roedores, através do bloqueio de uma artéria do coração, e foram utilizados dados internaicionais. Após esse processo, os pesquisadores analisaram o grau de gravidade do infarto, que é percebido pela quantidade de tecido do coração que foi afetado pelo infarto. Esse processo contou com uma comparação entre cobaias que praticaram exercícios físicos e outros que nunca praticaram nenhuma atividade física.

Os estudos analisados indicaram que apenas uma prática de exercício físico já é benéfica para proteger um indivíduo de um ataque cardíaco. Os resultados mostraram que uma única sessão contribuiu para um infarto menos grave, com um efeito duradouro de alguns dias. O professor Thijssen disse sobre os estudos analisados: “Todos os estudos apontaram que uma única sessão de exercício levou a um ataque cardíaco menos grave, e esse efeito perdura por dias”.

Os pesquisadores atribuíram esse efeito positivo a uma substância que é liberada pelo corpo quando o indivíduo se exercita. Segundo os pesquisadores, a atividade física é capaz de liberar uma substância que contribui para uma redução da gravidade de um infarto, ou ainda na proteção contra o infarto.

Embora os efeitos tenham sido observados nos roedores, os cientistas explicaram que “por razões óbvias”, o mesmo experimento não pode ser feito com seres humanos. Contudo, outros métodos deverão ser realizados para comprovar os reais benefícios dessa substância na proteção do coração.

O professor ainda complementou: “Esses benefícios ocorrem mesmo na ausência de mudanças em outros fatores de risco cardiovascular, como a pressão sanguínea, colesterol e o peso. Os efeitos duram por quatro a cinco dias.”

Além de novos métodos para testes com seres humanos, os pesquisadores avaliam que a prática de exercício físico também será avaliada durante os novos estudos para identificar se o grau de cada atividade proporciona benefícios diferentes.

 

Ministério da Saúde alerta sobre o ciclo de vida do Aedes Aegypti

De acordo com a Fiocruz – Fundação Oswaldo Cruz, a ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar e o Ministério da Saúde, o Aedes Aegypti depende apenas de dez dias para que ocorra o nascimento de uma fêmea do mosquito, até que ela se desenvolva e se torne suficiente como agente transmissor do vírus causador da dengue, chikungunya e microcefalia.

O tempo médio da vida desta fêmea também é curto, atingindo 45 dias entre o nascimento e a morte, e nesse curto período de tempo as fêmeas do mosquito Aedes Aegypti pode infectar uma média de 300 pessoas.

Esse ciclo relacionado com a vida do mosquito é um alerta que o Ministério da Saúde em parceria traz a população. O ciclo do mosquito é rápido e intenso, apontando ainda mais para a grande importância da prevenção que vem sendo tomada pelo Ministério da Saúde, alertando sobre o risco da água parada e limpa em caixas d’água, vasos de plantas, garrafas e qualquer outro lugar com potencial de reprodução do mosquito.

O mosquito, tanto a fêmea quanto o macho, ficam na parede desses recipientes ainda quando são apenas ovos. Quando esses ovos são coberto pela água limpa e parada, o ambiente perfeito para eclodir os ovos acaba acontecendo, e cinco dias depois os ovos se tornam larvas do mosquito. Essas larvas permanecem por mais cinco dias na água e já se tornam um mosquito adulto após dez dias no total. Os mosquitos vão a procura de alimento, picando animais e pessoas que estiverem mais próximos do local de eclosão dos ovos, em busca de sangue, alimento necessário para que outros ovos sejam gerados pelas fêmeas.

O mosquito Aedes Aegypti tende a viver em ambientes domésticos e dentro de residências. Devido a isso, o combate ao mosquito deve ser realizado já dentro de casa, verificando qualquer ponto de acúmulo de água limpa com potencial de manifestação do foco do mosquito. Em seguida, o quintal deve passar por uma varredura.

O Ministério da Saúde enfatiza que atitudes simples são suficientes para que o mosquito Aedes Aegypti não se prolifere e possa ser combatido com eficácia. Estar sempre atento as orientações de verificação do ambiente doméstico, verificando o quintal constantemente e conversando o máximo possível com a vizinhança sobre este assunto, são eficientes nesta luta.

 

Correr: por que você precisa começar agora!

De corrida já basta a vida, né? Mas eu vou listar pra você alguns benefícios que incluir essa prática na sua rotina pode trazer.

  1. Esporte independente

Pra começar, é uma modalidade de esporte versátil e que pode ser praticada de forma independente. Você pode correr nas ruas (não precisando gastar dinheiro com academia) ou se preferir de matricular em uma, pode usar as esteiras elétricas. Você não precisa depender de aulas, pode fazer no seu próprio ritmo e no horário que for melhor na sua rotina.

  1. Auxilia em outras atividades esportivas

A corrida aumenta a resistência muscular, ajudando assim no desempenho de outras práticas como a musculação. Aliar a corrida com qualquer outra prática beneficia ambas.

  1. Ajuda a emagrecer

Ela é um bom esporte para quem procura perder gordura corporal, pois acelera o metabolismo. Uma técnica utilizada é o treino intervalado, no qual você alterna minutos ou segundos de caminhada com corrida.

  1. Promove sensação de bem estar

A corrida eleva a produção dos hormônios da serotonina, dopamina e endorfina. Isso o mantém mais bem humorado e feliz. Pessoas ansiosas também se beneficiam muito dessa prática, pois ela diminui o cortisol, hormônio causador do estresse. Seu organismo fica em um melhor equilíbrio homeostático.

  1. Cérebro trabalha melhor

A corrida promove uma maior energia ao organismo. Esse aumento energético contribui com um melhor funcionamento dos órgãos, inclusive da parte cognitiva. Sua concentração fica mais aguçada e seu raciocínio fica mais rápido.

  1. Diminuição do colesterol ruim

Essa prática promove uma maior dilatação dos vasos sanguíneos. Assim o fluxo de sangue aumenta e a gordura é usada como um combustível. As taxas de triglicerídeos acabam diminuindo.

  1. Noites melhores e dias com mais disposição

Quem possui problemas com insônia pode se ver livre disso. O cansaço físico e o aumento do gasto calórico ajudam a adormecer mais rápido e a ter uma noite de sono mais tranquila. Por você conseguir descansar bem durante a noite, acaba acordando com mais disposição e tendo um dia mais produtivo.

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Ações de benfeitoria são vistas pelo viés da ciência em estudo liderado por Jorge Moll

Cientistas do Instituto D’Or (IDOR) finalizaram um estudo sobre a relação existente entre as ações altruístas e os benefícios conferidos ao estado de saúde dos respectivos benfeitores. A equipe, contudo, foi liderada pelo médico Jorge Moll Neto, especialista em neurociências. Além dele, João Ascenso também compôs o grupo de pesquisadores, ao passo que concluiu sua tese de doutorado. Na pesquisa em questão, o que procurou-se elucidar foi a estrutura biológica desencadeada quando determinados indivíduos praticavam atitudes consideradas benéficas.

Dentre os métodos adotados pelo grupo, a ressonância magnética foi o principal deles a fim de que se tornasse possível esclarecer o que de fato ocorria nas estruturas cerebrais dos voluntários. Os cientistas observaram que as pessoas, ao adotarem posturas mais benéficas para com seus semelhantes, passavam a estimular zonas do cérebro costumeiramente acionadas em momentos de prazer. Outros tipos de sensações, segundo os membros da equipe de Jorge Moll também foram descobertos, sobretudo nos aspectos relacionados à intensidade que os atos altruístas alcançavam.

Algumas zonas do cérebro apresentaram maior ritmo de atividades em detrimento de outras ao se considerar os comportamentos benevolentes. Dentre as regiões mais ativas, destacaram-se na pesquisa comandada por Jorge Moll, o córtex subgenual e a área classificada como septal. Os pesquisadores relacionaram a ativação dessas partes da estrutura cerebral a alguns sentimentos como aqueles ligados à interação que as mães estabelecem com seus filhos. A ciência, por sua vez, explica tal fenômeno como um processo derivado da evolução humana que teve sua fase inicial há milênios.

A idealização da pesquisa, assim como sua execução, foram integralmente realizadas nas dependências do Intituto D’Or e é um exemplo dos trabalhos que a instituição procura desenvolver. Com o objetivo de contribuir para que a ciência nacional possa avançar, o local que é coordenado por Jorge Moll se envolve em ações sociais, o que é possível pelo atuação em algumas áreas médicas, tais como as de medicina interna, pediatria, neurociência e medicina intensiva. Além disso, segmento oncológico também é abrangido pelas tarefas elaboradas pelos membros dos núcleos de ensino e pesquisa do IDOR.

Algumas universidades presentes no Rio de Janeiro contribuem para que as atividades do instituto sejam aplicadas à realidade social do estado. Outras instituições de ensino de todo o país já firmaram parcerias com o IDOR, da mesma forma que institutos educacionais estrangeiros. A reunião de esforços, por sua vez, contribuiu para que um percentual maior de pessoas recebesse atendimento médico através do fortalecimento da estrutura voltada à pesquisa científica no país. O estudo em questão é um exemplo de experimento que poderá ser voltado à sociedade.

Para que pudesse desenvolver e estruturar melhor os estudos, o IDOR passou a ter disponível uma sede própria inaugurada em 2010. Antes, entretanto, a instituição já atuava, principalmente no âmbito social. O grupo em que o Instituto D’Or está inserido é tido como o maior do segmento, se comparado com os demais que atuam em território brasileiro. Liderado por Jorge Moll, a organização tem potencial para atender cerca de 3 milhões de casos considerados urgentes, além de realizar partos, internações e cirurgias diversas.

Campanha de combate ao Aedes Aegypti é difundida em todo o paísO Brasil passou a intensificar o combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e do Zika no dia 8 de dezembro de 2017, que faz parte do Dia Nacional de Combate ao Aedes Aegypti. Essa data promove eventos que acontecem de forma simultânea em vários municípios do país. O atual ministro do Ministério da Saúde, Ricardo Barros, compareceu ao evento de mobilização realizado em Teresina – PI, e no dia 9 de dezembro compareceu ao evento em Campina Grande – PB. Outros estados do país também celebram o dia com várias ações de combate, que foram conduzidas por ministros de Estados e com representantes e envolvidos de outros ministérios, acompanhado de autoridades dos governos regionais, profissionais da saúde e por todos os cidadãos que participaram. O objetivo é enfatizar o combate e fazer com que a população se conscientize sobre a importância de acabar com os focos do mosquito, principalmente nos períodos de chuvas no final do ano. Durante a ação, matériais que ajudam na questão educativa na conscientização destas ações, foram distribuídos para os moradores, junto a visitas domiciliares, mutirões que destacam a limpeza coordenados pelos agentes de saúde. As escolas dos municípios visitados também receberam ações educativas e de incentivos ao combate do Aedes Aegypti. Barros disse em relação ao evento que o combate ao mosquito transmissor deve ser feito preferencialmente pelo Governo Federal. Sendo assim, ele alegou que o governo elaborou um dia exclusivo para que a mobilização seja feita e atinja todo o país, através da Sexta Sem Mosquito. Os eventos da campanha que circula desde o dia 24 de novembro deste ano, faz parte de uma nova campanha de publicidade do combate ao Aedes transmissor da dengue, que tem como foco os cidadãos brasileiros. A campanha chama para o enfrentamento da doença, cidadãos comuns, órgãos de Saúde e todos os ministérios. O primeiro lugar que devemos combater os focos do mosquito, é dentro de nossas próprias casas, promovendo uma mudança positiva que abrange toda a vizinhança envolvida. “Um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você. Faça sua parte e converse com seu vizinho”. A campanha teve sua divulgação através da TV, do rádio, e pelas redes sociais através da internet.

O Brasil passou a intensificar o combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e do Zika no dia 8 de dezembro de 2017, que faz parte do Dia Nacional de Combate ao Aedes Aegypti. Essa data promove eventos que acontecem de forma simultânea em vários municípios do país. O atual ministro do Ministério da Saúde, Ricardo Barros, compareceu ao evento de mobilização realizado em Teresina – PI, e no dia 9 de dezembro compareceu ao evento em Campina Grande – PB.

Outros estados do país também celebram o dia com várias ações de combate, que foram conduzidas por ministros de Estados e com representantes e envolvidos de outros ministérios, acompanhado de autoridades dos governos regionais, profissionais da saúde e por todos os cidadãos que participaram. O objetivo é enfatizar o combate e fazer com que a população se conscientize sobre a importância de acabar com os focos do mosquito, principalmente nos períodos de chuvas no final do ano.

Durante a ação, matériais que ajudam na questão educativa na conscientização destas ações, foram distribuídos para os moradores, junto a visitas domiciliares, mutirões que destacam a limpeza coordenados pelos agentes de saúde. As escolas dos municípios visitados também receberam ações educativas e de incentivos ao combate do Aedes Aegypti.

Barros disse em relação ao evento que o combate ao mosquito transmissor deve ser feito preferencialmente pelo Governo Federal. Sendo assim, ele alegou que o governo elaborou um dia exclusivo para que a mobilização seja feita e atinja todo o país, através da Sexta Sem Mosquito.

Os eventos da campanha que circula desde o dia 24 de novembro deste ano, faz parte de uma nova campanha de publicidade do combate ao Aedes transmissor da dengue, que tem como foco os cidadãos brasileiros. A campanha chama para o enfrentamento da doença, cidadãos comuns, órgãos de Saúde e todos os ministérios. O primeiro lugar que devemos combater os focos do mosquito, é dentro de nossas próprias casas, promovendo uma mudança positiva que abrange toda a vizinhança envolvida.

“Um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você. Faça sua parte e converse com seu vizinho”. A campanha teve sua divulgação através da TV, do rádio, e pelas redes sociais através da internet.

 

Consumo moderado de álcool também eleva o risco de vários tipos de câncer

 

Muito se fala sobre os malefícios causados pelo tabagismo, mas o que poucas pessoas sabem é que o consumo de álcool também é prejudicial à saúde. O periódico “Journal of Clinical Oncology”, publicou uma nova pesquisa alegando que o risco de câncer também é aumentado com o consumo de bebidas alcoólicas. A pesquisa ainda revelou que até mesmo o consumo moderado de bebidas alcoólicas eleva o risco de desenvolver alguns tipos de câncer, sendo os mais comuns o de esôfago e o de mama, no caso das mulheres.

Contudo, esses fatos são desconhecidos por quem ingere bebida alcoólica socialmente. A equipe de especialistas da ASCO (sigla em inglês para: Sociedade de Clínica Oncológica Americana), realizou um questionário com aproximadamente 4.000 adultos americanos. As perguntas eram sobre os potenciais fatores de risco para o desenvolvimento de um câncer. Cada um dos participantes tiveram que listar os fatores de acordo com o que acreditavam poder causar a doença.

O questionário revelou que um em cada três dos participantes, conseguiram identificar que o álcool, assim como o cigarro, também é um fator de risco para o surgimento de um câncer. A principal autora da pesquisa e também professora na Universidade de Wisconsin, Noelle LoConte, disse sobre o estudo: “A mensagem sobre os efeitos do álcool é mais sutil. Não é como o cigarro, que nós dizemos ‘nunca fume’, mas é preciso ter em mente que o álcool também é vilão”.

Os pesquisadores foram além do questionário e acabaram por revisar uma série de 120 estudos recentes relatando os efeitos causados pelo consumo de álcool. A conclusão da equipe de pesquisadores é de que 5,5% de todos os casos de câncer que foram recém-descobertos e outros 5,8% de mortes comprovadas pela doença em todo o mundo, estão relacionados com o consumo de álcool.

O mesmo vale para o consumo moderado, explica os pesquisadores. O famoso “beber socialmente” também eleva os riscos do desenvolvimento da doença. Esse consumo, que muitas vezes é associado com uma lata de cerveja de vez em quando, já é o suficiente para aumentar em duas vezes o risco da pessoa desenvolver um câncer, se comparado com quem nunca consome álcool.

A revisão dos estudos revelou que o consumo de álcool possui uma ligação de causa e efeito em diversos tipos de câncer, sendo os mais comuns: boca, cordas vocais, esôfago, cólon, fígado e o câncer de mama. No caso das mulheres, o risco de desenvolver um câncer de mama se eleva apenas com uma dose de qualquer tipo de bebida alcoólica. Além disso, as fases pré e pós-menopausa apresentam um risco ainda maior se relacionado com o consumo de álcool, chega a ser de 5% e 9% respectivamente.

 

Benefícios trazidos pelo consumo diário da uva

A uva é deliciosa e muito consumida em certas épocas do ano, como, por exemplo, no natal e no ano novo, mas poucas pessoas sabem que além desta fruta ser deliciosa, ela traz inúmeros benefícios para a nossa saúde.

Entre os principais benefícios da fruta estão o combate a fadiga, a prevenção do câncer e o combate a doenças renais, mas não para por ai. Os benefícios e as vitaminas podem variar de acordo com o tipo de uva que escolhemos, por isso vale a pena apostar nesta fruta para se manter na dieta.

As uvas roxas são muito apreciadas desde os áureos tempos dos gregos e dos romanos, por serem doces e muito nutritivas, mas também são muito utilizados por serem muito eficientes na prevenção do câncer, já que são ricas em antioxidantes, radicais livres e fenólicos, todos essenciais no combate ao câncer.

As uvas roxas também são ideais para prevenir doenças cardiovasculares, por ter uma grande ação vasodilatadora, que evita que bactérias se acumulem nas artérias. Como as roxas são ricas em fibras, elas podem atuar como laxantes quando consumida com cascas e sementes e por isso são excelentes para quem tem problemas com prisão de ventre.

O consumo de suco de uvas roxas ajuda na digestão, evita infecções, graças as suas propriedades antivirais e antibacterianas, limpam nosso sangue e nossos órgãos.

Médicos costumam aconselhar que mulheres grávidas consumam uvas roxas nos primeiros meses de gravidez, já que elas auxiliam na divisão celular,

Porém é necessário salientar que a uva roxa é doce e por isso não é indicado que diabéticos consumam este tipo de uva.

Já as uvas verdes são fáceis de encontrar durante todo o ano, e tem um preço mais acessível, por isso pode ser consumida com uma facilidade maior durante todo o ano. As uvas verdes contém pouca gordura e apresentam bem menos açucares do que as roxas.

Este tipo de uva ainda tem outro beneficio que é o baixo colesterol e a baixa quantidade de sódio que contém, o que auxilia no bom funcionamento dos rins, do fígado e do intestino.

Além de tudo isso esta fruta é perfeita para dietas, graças a grande quantidade de potássio que possui e dos inúmeros minerais.

Consumir uvas diariamente ainda auxilia na prevenção do câncer de cólon, da próstata e do Alzheimer e como possui as vitaminas K e B1, os nossos ossos são beneficiados, combatendo a osteoporose.

 

Estudo revelou um aumento na obesidade entre crianças e adolescentes

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Um novo estudo publicado no dia 11 de outubro revelou que o número total de crianças e adolescentes que estão em situação de obesidade aumentou em mais de dez vezes desde o ano de 1975. Contudo, o estudo ainda revelou que o número só não é maior que o de crianças que ainda permanecem em situação abaixo do peso.

Mas em uma avaliação das fortes tendências observadas nos últimos anos, os especialistas consideram que se os números se mantiverem, o índice de obesidade juvenil será maior que o de crianças abaixo do peso em 2022. As previsões feitas pelos autores do estudo foram publicadas pela revista The Lancet.

Em uma comparação com os anos de 1975 e 2016, é possível observar o quanto o índice de obesidade juvenil aumentou. No ano de 1975, existiam 11 milhões de crianças e adolescentes entre cinco e 19 anos considerados obesas. Já em 2016, o número saltou para 124 milhões de jovens obesos no mundo. Os dados são do estudo elaborado pela OMS – Organização Mundial da Saúde, e pelo Imperial College de Londres.

O estudo ainda revelou que esse aumento da obesidade juvenil pode ser observado em todas as regiões do mundo. Contudo, as regiões que mais foram afetadas pelo aumento do índice foram algumas das ilhas da Polinésia (30% dos jovens com idade entre cinco e 19 anos são obesos nas ilhas Cook), e em países como os Estados Unidos, a Arábia Saudita e o Egito, que tem o índice em torno de 20% dos jovens.

Nos países mais ricos, a tendência forte de alta parece ter se estabilizado nos últimos anos investigados pelo estudo. Já nos países mais pobres, o número tem sido cada vez maior.

Em contrapartida, o número de jovens da mesma faixa etária que sofrem com a insuficiência ponderal (situação abaixo do peso), está diminuindo com o passar dos anos. Embora a queda seja lenta, todas as regiões do mundo registraram uma diminuição desde 2000, exceto no Sul e no Sudeste asiáticos e no Oeste, no Leste e no Centro da África.

Os autores do estudo revelaram que no ano passado o número de jovens e adolescentes com o problema de insuficiência de peso considerada moderada e grave era de 192 milhões. Dois terços desse total estava localizado no sudeste da Ásia, onde está localizado a Índia.

 

Um novo projeto brasileiro tratará a hanseníase priorizando a prevenção

Uma iniciativa entre o Ministério da Saúde e a OPAS/OMS – Organização Pan-Americana da Saúde, que tem como objetivo “Abordagens Inovadoras para intensificar esforços para um Brasil livre da Hanseníase”, datada entre os dias 23 e 28 de outubro de 2017, demonstrou metas para a redução de casos de hanseníase em crianças em 20 municípios de seis estados do país. Os seis estados com maior índice de novos casos de hanseníase em crianças são: Mato Grosso, Piauí, Maranhão, Pará, Tocantins e Pernambuco. O projeto também contará com o apoio da Fundação NIPPON do Japão, comprometendo-se a ajudar por um prazo estipulado de três anos (2017/2019).

Além do fato dos municípios escolhidos para esse projeto apresentarem elevados números de casos da doença em crianças, a disponibilidade de serviços referente a esses municípios também foi levada em conta, devido a mão de obra de profissionais de saúde e pedagógicos. No ranking da lista dos municípios com o maior número de novos caso de crianças com a doença, São Luiz/MA aparece em primeiro lugar. Logo em seguida vem o Recife/PE e Olinda/PE, na segunda e terceira posição respectivamente. Os municípios de Marabá/PA, Teresina/PI, Cuiabá/MT, 12º Jaboatão dos Guararapes/PE, Palmas/TO, Belém/PA, São José do Ribamar/MA, 31º Araguaína/TO, Cabo de Santo Agostinho/PE, Paço do Lumiar/MA, Gurupi/TO, Porto Nacional/TO, Paulista/PE, Floriano/PI, Parnaíba/PI, Alcântara/MA, Raposa/MA, seguem a ordem respectiva dos 20 municípios relacionados com o projeto dentro do ranking.

A metodologia utilizada pelo projeto, é focada na detecção de novos casos da doença, levar mais educação aos profissionais ligados a Atenção Primária à Saúde, melhores condições de funcionamento aos centros de referência, diminuição das taxas de GIF2 – Grau 2 de Incapacidade Física; mediantes a novos diagnósticos precoces seguido por ações preventivas. As ações do projeto também visam ajudar na parte psicológica das pessoas acometidas pela doença, que tendem a sofrer preconceito e isolamento da sociedade.

A hanseníase é tratada como uma doença crônica, que é transmissível, e obrigatoriamente, deve ser investigada em todo o país. O agente responsável etiológico é o Mycobacterium Leprae, um agente altamente infeccioso e de baixa patogenicidade (onde poucos indivíduos acabam adoecendo). A forma mais comum de transmissão da doença é por vias aéreas superiores, e o contato com a pessoa infectada deve ser prolongado.